O tempo não é meu, nem seu, nem nosso!
Há um descompasso e não se pode fugir.
Ainda penso, que ao pensar ainda posso
De todo mal do tempo, assim, me redimir.

Que sentido faz, se com o tempo eu brigo
E no final das contas sempre irei perder?
Ainda penso, que ao pensar não consigo
A todo mal do tempo, assim, entender.

Mal para quem, mal para quê se é assim?
E se não tem remédio, remediado estará.
Vou voltar ao dia-a-dia que não tem fim
Para, quem sabe, melhor o meu tempo usar.

André Rocha
22/06/2011

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