De repente o amor
Seria como degustar frutas
Desde as que adoçam a boca
às mais amargas que existem…
Das outras que nos lambuzam
Às outras que nos mancham…
Tem umas que nos saciam
Outras nos deixam com fome…

De que pomar viria o amor?
Se eu pudesse plantar,
reservaria lugar aqui no peito
para poder colher sempre…
…independente de qual estação…
Mas agora chove e logo chega a seca
De repente… nada escolherei…
E o nada colherei…

André Rocha
Primavera 16

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